terça-feira, 19 de abril de 2011

Revestimento de salas de aula

Os revestimentos internos dos ambientes escolares tem sido muito discutidos com a finalidade de facilitar a limpeza e diminuir a frequência da pintura nas áreas de uso freqüente do aluno. Não raro vemos escolas com paredes sempre sujas pelos pés dos alunos ou danificadas pelo freqüente atrito com as cadeiras.
Durante algum tempo havia no FNDE um programa que tinha por finalidade a adequação dos ambientes de uso do aluno, ou seja, sala de aula e sanitários. Era o Projeto de Adequação do Prédio Escolar (PAPE) destinado apenas às regiões norte e nordeste como sendo áreas prioritárias de atendimento. Durante esse tempo foi produzido um material riquíssimo a respeito de critérios mínimos de infraestrutura para esses ambientes educativos cujos manuais estão publicados e podem ser encontrados no site do FNDE (http://www.fnde.gov.br/index.php/fundescola-publicacoes) item b - Manuais Tecnicos Operacionais.
A maioria das escolas públicas dessas duas regiões conhecem muito bem esses critérios. A partir de então o MEC tem absorvido esses critérios como melhor padrão de atendimento porque mesmo tendo sido pensados originariamente para aplicação nas escolas de ensino fundamental esses critérios podem facilmente ser adaptados aos demais níveis de ensino devido à semelhança de funções desses ambientes dedicados ao aluno como salas de aula e sanitários. As circulações também são áreas criticas para os revestimentos. A partir daí fica fácil ampliar a abrangência desses padrões para os demais ambientes escolares.

Para orientação das equipes técnicas envolvidas no planejamento e execução de projetos para construção e adequação de prédios escolares públicos ou particulares, um dos aspectos mais importantes a observar nesses ambientes é a questão do revestimento.
Nas paredes por exemplo é indicado a aplicação de uma faixa impermeabilizada preferencialmente de cerâmica até a altura do peitoril (1,20 a 1,50m). Quanto ao piso cita o cerâmico de alta resistência com grau de absorção II e resistência mínima à abrasão PEI 4, com dimensões compatíveis com as juntas do revestimento das paredes ou ainda o piso monolítico dotado de juntas plásticas distanciadas no máximo de 1,20m, com o devido polimento.
O material cita ainda questões como iluminação natural, ventilação cruzada, tipos de forro, etc.

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