Estadios podem se tornar usinas de energia

Simulação do Maracanâ -RJ com módulos fotovoltáicos entre as vigas (UFSC) Um relatório da UFSC – Universidade Federal de Santa Catarina fornece estimativas de potêncial e custos de instalação para sistemas Fotovoltaicos Conectados à Rede (SFCR) integrados às coberturas dos novos estádios que serão construídos para a Copa. Concordo com André Trigueiro quando diz que seria uma estupidez desperdiçar a imensa área das marquises dos novos estádios que poderiam abrigar um vistoso conjunto de placas fotovoltaicas capazes de gerar energia elétrica. Além de criar arenas autossustentáveis, a energia gerada poderia suprir o próprio estádio e ainda ser revendida ao sistema elétrico em boa parte dos casos. Estranho isso ser sido deixado de lado num país que vai sediar a Rio+20, onde o sol brilha em média 280 dias por ano, e que está situado na mesma faixa de exposição solar que Sidney, na Austrália, que se notabilizou por realizar os primeiros Jogos Verdes da História, inteirament...